Nasce uma Esperança (Natal 2016)

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Desde que a promessa de salvação da humanidade repousou na esperança do nascimento de um bebê, e que ele viria da descendência de Eva conforme prometido no Protoevangelho (primeiro anúncio do evangelho) em Gênesis 3.15, vemos uma série de ondas de perseguições contra as crianças antes mesmo de elas virem ao mundo. Como uma tentativa das trevas de frustrar os planos Eternos de Deus, vemos desde a época de Moisés, parteiras sendo obrigadas a praticarem um tipo de “aborto parcial” sempre que o sexo do bebê fosse masculino:

“O rei do Egito ordenou às parteiras hebréias, das quais uma se chamava Sifrá, e outra, Puá, dizendo: Quando servirdes de parteira às hebréias, examinai: se for filho, matai-o; mas, se for filha, que viva. (Ex 1.15-16)

Como bem conhecemos esta historia, pela providência de Deus uma criança especial foi preservada da morte, em uma época que praticou-se largamente o aborto ou infanticídio. Moisés deveria viver para dar sequencia ao plano Eterno de Deus de enviar ao mundo uma outra criança, um bebê muito mais especial.

Na época do nascimento de Jesus Cristo uma nova onda de crueldade contra bebês e crianças abalou o mundo:

“enfureceu-se Herodes grandemente e mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores, de dois anos para baixo, conforme o tempo do qual com precisão se informara dos magos. Então, se cumpriu o que fora dito por intermédio do profeta Jeremias: Ouviu-se um clamor em Ramá, pranto, choro e grande lamento; era Raquel chorando por seus filhos e inconsolável porque não mais existem.” (Mateus 2.16-18)

Mais uma vez, pela divina providência, a criança prometida desde os tempos mais remotos, foi salva da fúria das forças das trevas conforme lemos: “eis que apareceu um anjo do Senhor a José, em sonho, e disse: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e permanece lá até que eu te avise; porque Herodes há de procurar o menino para o matar.” (Mateus 2.13) e o menino Jesus fugiu para o Egito e ficou lá até a morte de Herodes para cumprir profecias antigas: “Do Egito chamei o meu Filho.”

Esta fúria contra os pequeninos é uma vergonha que a humanidade carrega, e certamente é muito mais que um problema de ordem social ou cultural, pois vemos claramente um problema de ordem espiritual. Problemas de ordem social e cultural usados para justificar a matança de bebês mesmo nos dias de hoje, esconde um problema mais profundo, originada na força das trevas tentando, como sempre frustrar os planos Eternos do Pai.

Em um mundo que mata bebês, Deus enviou um bebê para salvar o mundo. Conforme lemos em Isaías: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu” Isaías 6.9 De fato, repousou nos ombros deste bebê o destino Eterno de toda humanidade e o curso definitivo de todo universo, por isso completa o profeta sua profecia dizendo: “E o governo está sobre os seus ombros!!!”

O bebê prometido nasceu e sobreviveu, cumpriu sua Missão intransferível e exclusiva neste mundo e depois partiu para estar com o Pai Eterno, onde prepara um lugar para todos aqueles que ainda vivem da esperança que este bebê trouxe para a humanidade: Nasce uma Esperança!

No mundo, a pratica do aborto cresceu mais do que nunca. Nos EUA já são mais de 730 mil por ano, e é de longe a maior causa de morte daquele país. Em Cuba, por exemplo, cerca de 40% das gestações são abortadas e curiosamente a França que tanto defende os direitos das minorias, 96% das crianças com Síndrome de Down são abortadas sem direito algum. Toda esta mortandade que deixa um rastro de sangue na história do homem, é apenas uma reverberação de uma fúria insana das trevas e do homem contra os planos de Deus, um crime contra toda a raça humana. A única esperança de salvação e retorno à lucidez para esta humanidade enlouquecida e auto-destrutiva que mata sua própria espécie ainda bebê, ironicamente repousa na história de um bebê que nasceu a cerca de dois mil anos. Esta série de mensagens natalinas nos lembra deste fato! Acompanhe-nos!

Transmissão AO VIVO aos domingos 19h: LIVESTREAM

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